quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Lista de agraciados da Medalha do mérito policial de custódia (2025)

 

ROTEIRO MEDALHA DO MÉRITO POLICIAL 2025

PREMIAÇÕES Atualizado em 06.11.2025

85 presenças confirmadas (74 medalhas no total)

1. PRÊMIO TROFÉU ATALAIA - Destinado a autoridades e personalidades com relevantes à segurança pública do Distrito Federal em nível estratégico. Na ocasião, além do troféu, todos recebem também a Medalha do Mérito Policial de Custódia 2025. Agraciados:

1.1. José Werick de Carvalho - Delegado Geral da PCDF.

1.2. Wellington Luiz - Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

1.3. Jane Klebia - Deputada Distrital.

1.4. Sandro Avelar - Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.

1.5. Giancarlo Miranda - Presidente da COBRAPOL - Confederação Brasileira dos Policiais Civis.

1.6. Marcilene Lucena - Presidente da FEIPOL CON - Federação representativa dos Trabalhadores Policiais Civis das Regiões Centro-Oeste e Norte.

1.7. Saulo Ribeiro Lopes - Delegado Geral Adjunto da PCDF.

1.8. Renato Mendonça - Vice-Presidente da AAPC.

1.9. Enoque Venâncio de Freitas - Presidente do SINPOL.



2. PRÊMIO TROFÉU MOÇÃO DE LOUVOR - Destinado a autoridades e profissionais de segurança cuja contribuição destacada tenha contribuído para a melhoria das condições de trabalho dos policiais civis do Distrito Federal. Agraciados:

2.1. Ana Caroline Ribeiro Tupinambá - Presidente da ASBRAPP - Associação Brasiliense de Peritos Papiloscopistas.

2.2. Reynaldo Martins - Presidente da AGEPOL - Associação Geral dos Servidores da Polícia Civil do Distrito Federal.

2.3. Luana de Ávila Fragomeni - Vice-Presidente do SINPOL - Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal.

2.4. Marcelo Nunes Gonçalves - Presidente da ABPC - Associação Brasiliense de Peritos em Criminalística.

2.5. Alex Galvão - Diretor da COBRAPOL.

2.6. Marcus Monteiro - Diretor da FEIPOL-CON.

2.7. Jane Eyre Oliveira Santana da Silva - Diretora da AAPC.

2.8. Rafael Pinheiro - Diretor da AAPC.



3. PREMIAÇÃO MEDALHA DO MÉRITO POLICIAL DE CUSTÓDIA - Categoria Delegado de Polícia. Destinado a Delegados e Delegadas da PCDF com contribuição decisiva para a carreira de Agente Policial de Custódia da PCDF. Agraciados:

3.1. Guilherme Lorentz Blank - Diretor do DEPATE.

3.2. Fernando Cesar - Diretor do DGP.

3.3. Carlos Augusto Machado Carneiro - Diretor do DAG.

3.4. Vicente Paranahyba - Diretor do DPC.

3.5. Giancarlos Zuliani - Diretor da ESPC.

3.6. Valéria Raquel Pereira Martirena - Delegada Chefe da DCA

3.7. Ricardo Viana - Delegado Chefe da 35ªDP.

3.8. Eduardo Coelho - Delegado da DCA 2.

3.9. Flavio Messina Alvim - Delegado da DCA 2.

3.10. Flamarion Vidal Araújo - Delegado PCDF.

3.11. Viviane Bonatto - Delegada PCDF.



4. PREMIAÇÃO MEDALHA DO MÉRITO POLICIAL DE CUSTÓDIA - Categoria Policial Civil - Destinada aos cargos da Carreira Policial Civil do Distrito Federal e Carreiras de Apoio Policial com atuação destacada e excelência em suas atribuições. Agraciados (66); Confirmados até o momento (58):

1. ADRIANA LEAL

2. ADRIANO MACEDO

3. ALEANDRA JULIA DE ARRUDA LOPES

4. ANDREA TEIXEIRA FARIAS

5. ANDRESSA DE OLIVEIRA JUNQUEIRA

6. BRUNO TELLES

7. CARLOS ROBERTO MENEZES VIEIRA

8. CELSO ROGERIO MARINS COUTINHO BORGES

9. CIBELLE ANDRADE DO AMARAL

10. CLAUDECI MARIA DA SILVA

11. CLAUDIA GONTIJO

12. CLAUDIO ANTONIO FERNANDES

13. CLAUDIO UBIRATAN GALLINDO LIRA

14. DANIEL SÁ DE CARVALHO

15. DENIA MARIA COELHO LIRA SANTOS

16. DENIS ALVES DE ALMEIDA

17. EDILSON GONZAGA DE SOUZA

18. EDILSON RODRIGUES MONTEIRO

19. EDIMILSON RODRIGUES COELHO

20. ELIANA MARTINS

21. ELIUD DE SOUZA MARTINS JUNIOR

22. EVANILDA FRANCISCA DE OLIVEIRA

23. FERNANDA JOSE VIEGAS SERRA

24. FRANCISCO FIDELMAN ALVES DE LIMA

25. HELOISA HELENA

26. HENRIQUE CARASCOSA ARRUDA

27. HUMBERTO CARRILHO

28. JACIRENE BARRETO E MELO

29. JOEL DE OLIVEIRA SOUSA

30. JOSÉ AIRTON CARNEIRO

31. JOSÉ GERALDO DIAS

32. JULIANA NUNES FERREIRA RIOS

33. JURANDYR MIRANDA

34. LEONIDAS DE ALMEIDA

35. MARCELO VIEIRA DE SOUSA

36. MARDANO LYRA SILVA

37. MARIA AZEJULIA VALADARES

38. MARIA LUCIA DE SOUSA

39. MARLOS VINICIUS BARBOSA DO VALLE

40. MAURO HENRIQUE RIBEIRO

41. MEIRIVALDO ALMEIDA

42. MÔNICA CONCEIÇÃO MATOS

43. PAULO RANGEL MACHADO JUNIOR

44. PAULO SERGIO MAGNANI

45. PEDRO DAVI FERNANDES SENA

46. PEDRO SALOMÃO NETO

47. RAFAEL PERSEGHINI DEL SARTO

48. RENATA CARDOSO DE REZENDE.

49. RENATO CARDOSO BEZERRA

50. RENILTON LOPES GOMES

51. RONALDO LIMA BATISTA RODRIGUES

52. ROSSINI SILVA COUTO

53. SERGIO DE FARIA

54. SIBELE FERREIRA BARBOSA

55 TONY LACERDA OLIVEIRA

56.. VINICIUS RODRIGUES REZENDE DOS SANTOS

57. WATERLOO TARGINO


terça-feira, 30 de setembro de 2025

AAPC convida policiais civis do Distrito Federal a participarem de pesquisa de mestrado sobre Qualidade de vida no Trabalho de Policiais Civis do Distrito Federal.

 



Prezada(o) Policial Civil do Distrito Federal, participe do Projeto de Pesquisa "Sob Pressão: Realidade e Desafios da Qualidade de Vida no Trabalho dos Policiais Civis do Distrito Federal". 


O público-alvo são policiais civis do Distrito Federal.


A pesquisa integra a Dissertação do policial civil e presidente da AAPC Fabrício Gildino Pinheiro Melo,  atualmente lotado no plantão da DCA 2, vinculado ao Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos da  Universidade Federal de Goiás. 


 Clique aqui e participe da pesquisa

sábado, 23 de agosto de 2025

Quem comanda a PCDF: a União pode interferir no reajuste salarial da Polícia Civil do DF?

 

Quem comanda a PCDF: a União pode interferir no reajuste salarial da Polícia Civil do DF?


Por Fabrício Gildino*.


A recente movimentação em torno da proposta do Governo do Distrito Federal de conceder aumento salarial aos policiais civis reacendeu uma discussão que ultrapassa a questão remuneratória e toca em um dos pilares da Constituição Federal: o pacto federativo.

Durante reunião no Ministério da Gestão e Inovação (MGI), nesta sexta 22.08.2025, os policiais civis do Distrito Federal receberam como proposta um reajuste de 18%, dividido em duas parcelas  - 2025 e 2026. 

Ocorre que o Governo do Distrito Federal (GDF) já havia apresentado uma proposta aceita pelos policiais civis, com reajuste médio de 30% para as carreiras, que contemplaria o resgate da simetria salarial da PCDF com as demais polícias judiciárias mantidas pela União.

É preciso afirmar com clareza: a União não pode, sob nenhum argumento, interferir na autonomia do Distrito Federal para valorizar seus servidores de segurança pública, especialmente a Polícia Civil do DF, que desempenha papel essencial na preservação da ordem e na defesa da sociedade.

Os números são claros. De 2010 a 2024, a inflação acumulada chegou a 105% (IPCA/IBGE), enquanto os subsídios da PCDF tiveram apenas 47% de reajuste. O resultado é uma defasagem brutal que compromete a valorização da carreira e ameaça a atratividade da instituição.





Além disso, a análise do Fundo Constitucional (FCDF) entre 2015 e 2024 demonstra que a Polícia Civil tem sido sistematicamente preterida, tanto em relação à inflação quanto ao crescimento do próprio Fundo. Em 2025, a distorção permanece: Saúde e Educação consomem quase 55% do FCDF, enquanto a participação da Segurança Pública — e da PCDF em particular — diminui ano após ano.

                                





O pacto federativo como garantia de autonomia

O pacto federativo, consagrado na Constituição de 1988, assegura a autonomia política, administrativa e financeira dos entes federativos — União, estados, municípios e Distrito Federal. Essa autonomia não é meramente simbólica: trata-se de um instrumento fundamental para a descentralização do poder e para a efetiva gestão de políticas públicas de acordo com a realidade de cada região.

No caso específico do Distrito Federal, embora haja peculiaridades em razão de sua dupla natureza (não é estado nem município, mas reúne características de ambos), a Constituição garante a esse ente a prerrogativa de organizar sua própria estrutura administrativa, inclusive no que se refere à remuneração de seus servidores. 

Ainda que caiba à União organizar e manter a Polícia Civil do Distrito Federal, com a criação do Fundo Constitucional, é preciso assegurar ao Governo do Distrito Federal autonomia para manejar os recursos segundo a conveniência e oportunidade administrativa, observados obviamente os parâmetros financeiros com a Lei de Responsabilidade Fiscal. 

Uma vez não havendo entraves claramente demonstrados, não cabe intervir unilateralmente na vontade política do chefe do poder executivo distrital sob pena de interferência não pacificada na Constituição.  

A ingerência da União nesse processo significaria violar a autonomia administrativa do Distrito Federal, afrontando diretamente o pacto federativo. Mais do que um erro jurídico, seria um atentado contra a lógica da descentralização, enfraquecendo o princípio de que cada ente federativo deve ter liberdade para gerir suas próprias forças e servidores.

Justiça e isonomia

A valorização dos policiais civis do DF não é apenas uma questão administrativa, mas também de justiça. Esses profissionais acumulam mais de uma década de defasagem salarial, enquanto desempenham funções de extrema relevância para a sociedade brasiliense e para o próprio Estado brasileiro.

Negar ao Governo do Distrito Federal a capacidade de corrigir essa distorção sob o pretexto de ingerência da União seria perpetuar desigualdades, fragilizar a segurança pública local e, em última instância, esvaziar o próprio sentido do pacto federativo.

É importante destacar: o impacto financeiro para a União é nulo. O FCDF já prevê os recursos necessários, representando apenas 0,5% do orçamento federal. Ou seja, não se trata de falta de dinheiro, mas de vontade política.




A União tem o dever de respeitar a autonomia do Distrito Federal. Cabe ao governo local — com base em sua realidade, em suas receitas e em sua prerrogativa constitucional — decidir sobre a remuneração de seus servidores. Interferir nesse processo não apenas desrespeita a Constituição, como também mina os alicerces de um Estado federativo que deve prezar pela autonomia de seus entes.

Mais do que isso: é urgente estabelecer um percentual mínimo de participação da PCDF no FCDF — ao menos 20% — invertendo a lógica atual que privilegia áreas já contempladas por outros fundos constitucionais, como o FUNDEB, e dotação própria do orçamento distrital.


 

Valorizar a Polícia Civil do DF é valorizar a segurança da sociedade e o cumprimento da Constituição. E essa é uma decisão que cabe exclusivamente ao Governo do Distrito Federal.



* Presidente da Associação dos Agentes Policiais de Custódia da Polícia Civil do Distrito Federal.



domingo, 10 de agosto de 2025

Homenagem aos pais

 A AAPC homenageia através dessa postagem os Agentes Policiais de Custódia que são pais, desejando que a força e a esperança sempre nos guiem na criação de nossos filhos.

Por motivo de espaço não foi possível inserir todos os colegas, mas todos devem se sentir representados pelos que aqui estão.



Foto tirada na cidade de Aparecida. Teixeira é de 1999 e trabalhou no CIR, Informática do Sistema Penitenciário (Ninf), CPP e atualmente está na DCCP.




O agente Pablo é da turma de 2002. Foi lotado na PDF I, onde ficou por 9 anos. Depois DCCP,  CPP, GSAU  Papudinha e novamente DCCP.




Santana é da turma de 1999 e já trabalhou no CIR, CDP e GPOE. Hoje está lotado na DCCP. 




O agente Marcelo Lisboa, da turma de 1999, trabalha hoje em P9. Iniciou a carreira na PCDF na DPOE e depois passou pelas PDF 1, CDP, DRS (Divisão de Repressão a Sequestros), SSP e CPP.




O agente Ronaldo Naves, da turma de 2002, trabalhou na DPE, PDF, DIPOE, CAJE e CPP. Atualmente está lotado em P1.




Francisco Matos trabalhou entre 1995 e 2008 no CIR, depois permaneceu dois anos na Academia da Polícia Civil e por fim trabalhou até 2015 no CPP, onde se aposentou.



Darley Calais é de 2002 e já trabalhou nas PDF I e II e no CPP. Atualmente está na DCCP.




O agente Glauber, de 2002, trabalhou no CO (Centro de Observação), CIR, PFDF, CPP, P1 e no momento está na DCCP.



Jorge Carlos , matricula 26 mil, turma de 1985, trabalhou no CIR, CDP, CAJE, DPE e CPP, onde se aposentou em 2008. Tambem foi diretor da Agepen e do Sinpol até 2014.



Renato Mendonça, da turma de 2002, hoje na DCCP, já trabalhou na GPOE,  na PDF 1 e na SSP. Também foi diretor do Sinpol em dois mandatos.




Fabrício Gildino é da turma de 2002 e já trabalhou na PDF I , Sesipe, ESPC , CPP, DCCP e 19aDP . Hoje está na DCA2.



Fabricio Faria é da turma  de 2002 e trabalhou na PDF1, PDF 2, DEAM, DPCA
DCPI, CPP e IML. Hoje aproveita a aposentadoria.



Rafael Pinheiro é de 1999 e já trabalhou na SSP, Dipo, Dame, Dicat  (atual Drcc), CPP e DCPI . No momento está lotado na DCCP.


Dia dos pais

Parabenizamos nessa data todos os AgPCs que são pais e também os próprios pais de toda nossa categoria. Seguem abaixo fotografias de alguns ...