sexta-feira, 24 de julho de 2026

Eleições AAPC - triênio 2026/2029

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DA CHAPAS DO NOVO TRIÊNIO DA   ASSOCIAÇÃO AAPC

 

A Associação AAPC, por intermédio de seu presidente Fabrício Gildino, unidade 59.017-7, no uso das atribuições conferidas pelo Estatuto Social, torna público o presente

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA INSCRIÇÃO E APRESENTAÇÃO DE

CHAPAS, destinado à eleição da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal para o próximo triênio, (agosto de 2026 a agosto de 2029), em conformidade ao artigo 13 do Estatuto Social da Associação dos Agentes Policiais de Custódia.

1.  Das Inscrições

Fica aberto o período para apresentação de chapas concorrentes à eleição da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal da Associação AAPC, até o dia 03/08/2026; chapas que deverá ser apresentada ao atual Diretor da Associação Fabrício Gildino que publicará no Blog da AAPC as respectivas chapas para conhecimento de todos os associados.

2.  Dos Requisitos

Poderão compor as chapas os associados que estejam em pleno gozo de seus direitos estatutários, ser associado da AAPC, observados os requisitos previstos no Estatuto Social da Associação.

3.  Da Composição das Chapas

As chapas deverão ser compostas pelos cargos previstos no Estatuto Social, conforme o seu artigo 14 e 18 contendo obrigatoriamente a identificação completa dos candidatos e seus respectivos cargos:

Art. 18° - “A Diretoria Executiva é um órgão colegiado, normativo e executivo, sendo composto de 11 (onze) membros, sendo eles - 1. Presidente; II. 1o. VicePresidente; III. Secretário Geral; IV. Diretor Financeiro; V. Diretor Financeiro Adjunto; VI. Diretor Administrativo; VII. Diretor Jurídico; VIII. Diretor de

Comunicação Social IX. Diretor Social Cultural e Lazer; X. Diretor de Saúde e Habitação; XI. Diretor de Aposentados”

Art. 14º - “O Conselho Fiscal compor-se-á de 3 (três) membros efetivos e 2 (Dois) suplentes, com mandato coincidente com o da Diretora Executiva, eleitos no mesmo pleito em chapas distintas, podendo perdê-lo em conformidade com o item VI da art.

6o deste Estatuto”.

4.  Da Homologação

Encerrado o prazo para apresentação das chapas e estando regular, serão apresentadas e divulgadas   no BLOG DA AAPC, a partir do dia 04/08/2026.

 

5.  Da Eleição

A eleição para escolha da Diretoria Executiva e do Conselho Fiscal referente ao triênio, conforme artigo 13 do Estatuto da AAPC, será realizada por meio de Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 06 e 07 de agosto de 2026, a partir das 09h00 da manhã, encerrando às 09h00 do dia 07 de agosto de 2026.  

6.  Da Votação

A eleição para a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal da Associação AAPC, referente ao próximo triênio, será realizada exclusivamente por meio eletrônico (online), utilizando a plataforma COM 21/aplicativo oficial disponibilizado a todos os Associados da Associação.

A votação será pessoal, direta, secreta e intransferível, assegurando-se o sigilo do voto, a autenticidade da identificação do associado eleitor, a integridade do processo eleitoral e a confidencialidade das informações, em conformidade com o Estatuto Social e as normas estabelecidas pela Comissão Eleitoral.  

O período da votação será a partir das 09h00 do dia 06/08/2026 até 09h00 do dia 07/08/2027. Encerrado o prazo de votação, procederá à apuração eletrônica dos votos no próprio aplicativo COM 21, e proclamará o resultado oficial da eleição dos Diretores e Conselho Executivo para o novo triênio.

7.  Das Disposições Gerais

Para conhecimento de todos os associados, expede-se o presente Edital, que deverá ser afixado no BLOG DA AAPC.

 

Brasília, 24 de julho de 2026.

 

 

Presidente da AAPC 

Fabrício Gildino

 


 

terça-feira, 16 de junho de 2026

AAPC lança 1º Anuário de Percepção de Qualidade de Vida dos Policiais Civis do DF

   


Por que medir a qualidade de vida de quem nos protege

Este Anuário apresenta, em linguagem acessível ao público em geral, os resultados de uma pesquisa inédita sobre a qualidade de vida no trabalho dos policiais civis do Distrito Federal. O estudo ouviu 213 servidores no segundo semestre de 2025 por meio de um questionário científico reconhecido internacionalmente — o WHOQOL-BREF, desenvolvido pela OrganizaçãoMundial da Saúde — e traduz, em números, como esses profissionais percebem o próprio bem-estar.

A segurança pública costuma ser discutida pela ótica das estatísticas criminais. Neste documento, a Associação dos Agentes Policiais de Custódia da PCDF (AAPC) propõe um olhar complementar e igualmente necessário: o da saúde e da dignidade de quem está na linha de frente. Policiais civis convivem com jornadas extensas, regime de plantão, exposição a situações de risco e pressão psicológica permanente. 

Compreender como todas essas variáveis afetam a qualidade de vida desses profissionais é um passo essencial para construir políticas públicas mais humanas — e, no limite, um serviço de segurança mais eficiente para toda a sociedade.

Boa leitura.


Brasília, 16 de junho de 2026.




Fabrício Gildino Pinheiro Melo

Presidente da AAPC

Associação dos Agentes Policiais de Custódia da Polícia Civil do Distrito Federal


Clique aqui para acessar o Resumo Executivo com as principais conclusões do estudo.


Clique neste link para acessar o estudo completo - 1º Anuário de Percepção de Qualidade de Vida dos Policiais Civis do Distrito Federal 2026. 





quarta-feira, 13 de maio de 2026

Lançamento de livro

O agente policial de custódia Ronaldo Naves,  atualmente lotado em P1, lançará seu primeiro livro de crônicas no próximo domingo, dia 17, por volta das 20:30.

O evento acontecerá na Assembleia de Deus, na 3ª Avenida do Núcleo Bandeirante, após o culto das 19:30.

A ideia de Naves é que este seja o primeiro livro de uma série de crônicas sobre o trabalho.

Seguem abaixo informações sobre o livro e o autor.



terça-feira, 28 de abril de 2026

Governo Federal sanciona lei que formaliza reajuste da segurança pública, mas veta importantes direitos dos Policiais Civis acordados no Congresso Nacional.

Reestruturação da Segurança Pública do DF: Avanços para Militares e Polícia Penal, mas Vetos Prejudicam a motivação e o reconhecimento da PCDF.



Brasília, 28 de abril de 2026.


Por Fabrício Gildino.






A Lei nº 15.395/2026, sancionada nesta terça 28.04.2026, representa um marco relevante para as diferentes instituições de segurança do Distrito Federal. A norma oficializa um novo patamar remuneratório para a PMDF, CBMDF, PCDF e militares dos ex-Territórios Federais, com reajustes escalonados em duas etapas: a primeira a partir de 1º de dezembro de 2025 e a segunda em 1º de janeiro de 2026.

Parabenizamos as corporações militares pelos avanços conquistados. A lei manteve o reajuste de soldo e da Vantagem Pecuniária Especial (VPE), com o valor para Coronel chegando a R$ 15.452,11, novas idades para reserva compulsória (como 67 anos para Coronel), exigência de bacharelado em Direito para oficiais da PMDF, atualização de limites de altura e a ampliação de competências ambientais para o CBMDF, incluindo o poder de lavrar autos de infração em casos de incêndio florestal, fiscalização de produtos perigosos e ações de educação ambiental.

A Polícia Penal do DF também obteve ganho importante com sua inclusão expressa no Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), garantindo recursos federais para sua organização e manutenção, além da criação de um fórum de diálogo com os governos para tratar do subsídio da categoria.

Essas conquistas fortalecem o sistema de segurança pública como um todo e são merecidas pelo esforço diário de todos que vestem a farda ou o distintivo para proteger a sociedade brasiliense.

Contudo, para a Polícia Civil do Distrito Federal, o resultado é profundamente frustrante.

Embora tenhamos garantido o reajuste de subsídio, os vetos presidenciais constantes da Mensagem nº 327/2026 retiraram conquistas históricas e justas pleiteadas pela categoria.

Foram vetados pontos centrais:

  • A unificação dos cargos de Agente de Polícia, Escrivão de Polícia e Agente Policial de Custódia na denominação de “Oficial Investigador de Polícia”, situação que já está prevista na Lei Orgânica nacional das Polícia Civis;
  • A criação da Gratificação de Desempenho;
  • A Indenização destinada a compensar os desgastes orgânicos e danos psicossomáticos inerentes à atividade investigativa;
  • A vinculação remuneratória com carreiras congêneres dos ex-Territórios (isonomia) e a autorização automática para realização de concursos quando a vacância atingisse 30%.

O governo justificou os vetos com argumentos de suposta inconstitucionalidade, incompatibilidade com o regime de subsídio e ausência de estimativa orçamentária. Respeitamos o processo legislativo, mas não podemos aceitar que essas justificativas ignorem a realidade vivida pelos policiais civis.

A unificação de cargos não era um capricho: era o reconhecimento da similitude de funções e a modernização necessária de uma carreira que atua de forma integrada na investigação criminal.

A Gratificação de Desempenho e a Indenização por desgaste orgânico representavam, acima de tudo, justiça com quem enfrenta diariamente o lado mais cruel da criminalidade — oitiva de vítimas, análise de cenas de crimes violentos, cumprimento de mandados de prisão contra facções armadas, pressão constante por resultados e o desgaste emocional que isso provoca.


Por que uma PCDF motivada e valorizada é essencial para a segurança do DF?

A segurança pública não se resume ao policiamento ostensivo. Ela depende de um ciclo completo e integrado: prevenção, repressão, investigação qualificada e persecução penal eficaz. A Polícia Civil é o elo fundamental nesse ciclo. Sem uma PCDF forte, motivada e com condições dignas de trabalho, os esforços de todo o sistema de justiça criminal perdem potência — flagrantes não se convertem em condenações sólidas, inquéritos se arrastam e a impunidade se fortalece.

Nossos policiais civis atuam diariamente sob alta tensão emocional e risco físico. O desgaste psicossomático não é retórica: é uma realidade comprovada na carreira policial.

Apenas a título de exemplo, listamos algumas das principais realizações da PCDF nos últimos anos:

  • Altas Taxas de Elucidação: A PCDF apresenta índices de esclarecimento de crimes violentos significativamente superiores à média nacional. Em 2025, a taxa de elucidação de homicídios atingiu 67,4%, superando a meta institucional.
  • No caso de feminicídios, o índice chegou a 73,9% em 2024, fruto de protocolos rigorosos de investigação imediata.
  • Redução Histórica da Criminalidade: A atuação integrada contribuiu para que o Distrito Federal atingisse, em 2024, a taxa de 6,9 homicídios por 100 mil habitantes, o menor índice desde 1977
  • Redução de crimes patrimoniais em 2025:
    • Roubo em comércio: -32%.
    • Veículos subtraídos: -13%.
    • Celulares subtraídos: -10%.
    • Roubo em residência: -2%.
  • Combate ao Crime Organizado: A instituição intensificou o asfixiamento financeiro de facções, com um incremento de 95% na recuperação de ativos ilícitos em 2025 e um aumento de 44% no indiciamento por lavagem de dinheiro em 2024.
  • Localização de Pessoas: O Distrito Federal alcançou o índice de 98% de resolução dos casos de desaparecimento em 2024, devido a protocolos de busca imediata como o "Sinal de Busca Imediata".
  • Combate ao Crime Organizado: 54 operações deflagradas em 2025, com 171 indiciados e recuperação de R$ 215 milhões em ativos.

Negar mecanismos de compensação e reconhecimento justo não apenas desmotiva nossos servidores — compromete a retenção de talentos, dificulta a atração de novos profissionais qualificados e, em última análise, enfraquece toda a segurança pública do Distrito Federal.

Um policial civil desmotivado produz menos e com maior risco de adoecimento. Uma PCDF valorizada, ao contrário, entrega mais eficiência investigativa, maior resolutividade de crimes e maior confiança da sociedade.

É hora de corrigir essa lacuna.

Os vetos à PCDF deixam uma ferida aberta que precisa ser urgentemente reparada pelo Congresso Nacional. A unificação de cargos que reflita a realidade funcional, a gratificação por desempenho e a indenização por desgaste orgânico não são privilégios. São direitos elementares de quem coloca a saúde física e mental em risco todos os dias para defender a sociedade.

Os policiais civis não pedem regalias — reivindicamos condições dignas para continuar exercendo nossa missão constitucional com excelência.

Estamos abertos ao diálogo e seguiremos lutando, com responsabilidade e determinação, pelos direitos da nossa categoria.



Fabrício Gildino é Presidente da AAPC - Associação dos Agentes Policiais de Custódia da PCDF.



domingo, 22 de março de 2026

AgPC Jair Ferreira Gonçalves


A AAPC lamenta o falecimento do agente Jair, ocorrido em um acidente de trânsito no estado de Goiás.

Jair trabalhou por muitos anos na GPOE, e já estava aposentado.

Segue abaixo informação sobre velório e sepultamento, a ocorrer  em Brasília.








sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Diretoria atual da AAPC



Esses são os membros atuais da diretoria da AAPC.

As funções de cada um podem variar de acordo com a necessidade.

Informamos também a lotação atual de cada um.


Fabrício Gildino - Presidente - DCA 2

Renato Mendonça  - vice-presidente - DCCP

Adriana - diretoria administrativa - aposentada

Glauber - diretorias de cultura e comunicação - DCCP

Marivaldo - diretoria de aposentados - aposentado

Rafael Pinheiro - diretoria do Jurídico - DCCP

Jane Eyre Santana da Silva  - Diretoria Financeira - aposentada

Abílio - Diretoria Financeira (adjunto) - DCCP 

Santana - Diretoria de Habitação - DCCP

  

Conselho Fiscal 


Cláudio Teixeira - DCCP

Danilo Freire - aposentado 

Flávio Santos - DCCP

Paulo Rodrigues - P17

Theodoro Gonçalves - aposentado


Eleições AAPC - triênio 2026/2029

  EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DA CHAPAS DO NOVO TRIÊNIO DA   ASSOCIAÇÃO AAPC   A Associação AAPC, por intermédio de seu pre...