Por que medir a qualidade de vida de quem nos protege
Este Anuário apresenta, em linguagem acessível ao público em geral, os resultados de uma pesquisa inédita sobre a qualidade de vida no trabalho dos policiais civis do Distrito Federal. O estudo ouviu 213 servidores no segundo semestre de 2025 por meio de um questionário científico reconhecido internacionalmente — o WHOQOL-BREF, desenvolvido pela OrganizaçãoMundial da Saúde — e traduz, em números, como esses profissionais percebem o próprio bem-estar.
A segurança pública costuma ser discutida pela ótica das estatísticas criminais. Neste documento, a Associação dos Agentes Policiais de Custódia da PCDF (AAPC) propõe um olhar complementar e igualmente necessário: o da saúde e da dignidade de quem está na linha de frente. Policiais civis convivem com jornadas extensas, regime de plantão, exposição a situações de risco e pressão psicológica permanente.
Compreender como todas essas variáveis afetam a qualidade de vida desses profissionais é um passo essencial para construir políticas públicas mais humanas — e, no limite, um serviço de segurança mais eficiente para toda a sociedade.
Boa leitura.
Brasília, 16 de junho de 2026.
Fabrício Gildino Pinheiro Melo
Presidente da AAPC
Associação dos Agentes Policiais de Custódia da Polícia Civil do Distrito Federal
Clique aqui para acessar o Resumo Executivo com as principais conclusões do estudo.

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